} // mmLoadMenus() Notas do Velho Safado - By Hank - Quinta "Rodada"


I AM OUT !!!!!!

De hoje até terça feira, vou estar viajando num lugar que não pega celular, não tem telefone e nem computador. Vou estar completamente isolado do mundo. Então amigos vocês vão se ver livre de mim um tempinho, he, he, he.

 

Como diversão, deixo um link para o Charges.Com, onde os caras detonaram com o Jabor, muito engraçado, he, he, he.

 

Até a volta.

 

Cheers

 

Hank

 

 

http://charges.uol.com.br/vercharge.php?idcharge=1590&modo=som

 



- Postado por: Hank às 10h01
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The Pros and Cons of Hich-Hicking

Eu estava lendo o famoso livro de Jack Keurouac, “On the Road”, do melhor jeito possível,  que é na estrada, dentro de um ônibus. Identifiquei-me em algumas passagens com experiências por quais passei, como o lance de pegar caronas e passar noites em casas abandonadas.

 

Eu cheguei a pegar muitas caronas já, sei bem o que é ficar horas numa estrada de terra, debaixo de um baita sol, torcendo pra aparecer uma camionete velha pra você pular em cima. Recordo-me de algumas em caminhões que pegavam leite nas fazendas. Sentar em cima daqueles tambores cheios de leite, não era muito confortável, mas era maravilhoso saber que estava me movendo e não parado no lugar.

 

Lembro-me de uma carona em  MG, em que estava numa estradinha poeirenta entre Nada e Lugar Nenhum, eu e um colega estávamos tentando fazer um caminho que dava uns 60 km até a cidadezinha que era nosso destino, e começamos a pegar carona. Pegamos primeiro em um caminhão cheio de tijolos. Aquele sol desgraçado e a poeira era inacreditável, eu estava marrom da cor dos tijolos. Descemos numa estação de trem abandonada e continuamos a seguir em frente, até que apareceu uma Brasília velha, o motorista nos deixou entrar, só que eu reparei num detalhe na viagem: O cara só tinha um braço! Não me peçam pra descrever a ginástica que ele fazia pra troca as marchas. Ele parecia muito ciente e seguro naquelas curvas do lado de uns barrancos absurdos, mas que ficamos cabreiros, ficamos.

 

Outra vez eu e mais dois amigos estávamos na Praia do Mole em Floripa tentando arrumar uma carona para a Barra da Lagoa. Florianópolis é uma das cidades mais lindas que já vi, mas o sistema de ônibus é desesperador, se você não pega na hora correta, vai ficar um século aguardando outro. Então, estávamos nós três com nossos dedões apontados e não parava viva alma. Olhamos para o lado e três beldades loiras de biquíni também tentavam pegar carona um pouco mais pra frente, e ninguém parava mesmo assim! Pensamos que se elas não arrumavam, não ia ser pros barbados que iam parar, não é? Desistimos da carona, voltamos pro bar e pegamos o ônibus duas horas depois.

 

Outra vez peguei em um caminhão de Leite Paulista, o motorista dirigia numa velocidade absurda, eu me sentia uma bolinha de fliperama lá dentro, eu e um amigo, então, encostamos as costas nas paredes e pressionamos nossos pés um no outro pra tentar se firmar, só que ondas de leite coalhado nos molhavam toda hora. O cheiro me dava náuseas e assim que saí de dentro daquele espresso do terror, vomitei e minha mochila teve que ficar dois dias de molho pra tirar o maldito cheiro.

 

Tive muitas outras caronas, é interessante ver o espírito de camaradagem das pessoas que lhe dão uma força, alguns são bons papos, outros malucos de pedra. Já cheguei a pegar carona com a mesma pessoa mais de uma vez, e é legal, pois sempre o pessoal tem a curiosidade sobre a sua cidade, sua cidade e seu “meio de vida”.  Esse tipo de situação é bem explorada por Keuruak, realmente um livro legal.

 

Cheers,

 

Hank

 


Som do dia: “The Pros and Cons of Hitch-Hiking” , album solo de ex líder do Pink Floyd, Roger Waters. Esse é um album pouco conhecido, mas bem interessante, principalmente por causa do guitarrista que toca no disco inteiro, conhecido como......Eric Clapton.




- Postado por: Hank às 11h32
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Vulgar Display of Power

Vocês devem ter lido algo sobre a morte do guitarrista do Damageplan em pleno show na semana passada. O que rolou foi que um doido armado entrou no show , baleou o ex-guitarrista do Pantera, Dimebag Darrel a queima roupa e mais algumas pessoas, sendo baleado pela polícia em seguida.

Mais covarde que o ato em si, foi a cobertura sensacionalista e preconceituosa do fato, como a da "querida" Rede Globo. Voltaram os velhos chavões de falar que o Rock incentiva a violência, aquela velha babaquice que desde os shows de Altmont onde um Hells Angels matou uma pessoa no show dos Stones. Transformaram a vítima em culpado, como se ele pedisse pra ser morto. Porquê não foi feita nenhuma menção ao controle armamentístico? E quanto á segurança do clube?

Reproduzo aqui o editorial do Jornal Nacional, feito pelo Arnaldo Jabor (aquele mesmo que na época da ditadura se beneficiou da Embrafilme, para fazer filmes péssimos que quase enterraram o cinema nacional por duas décadas).

"O rock começou como canto à alegria e à liberdade, música de esperança numa era de utopias e flores. Aos poucos, a ilusão foi passando. Em 68, a esperança jovem foi sendo detida pela reação da caretice mundial. Os ídolos começaram a morrer: Janis Joplin, Jimmy Hendrix sumiram juntos.
 
Na década de 70, o que era novo e belo se transforma nos embalos de sábado à noite e começa o tempo da brilhantina. Junto com a caretice dos Beegees, o que era liberdade cai na violência. Em Altamont, no show dos Stones, a morte aparece. Charles Manson é o hippie assassino e o heavy metal o punk vão glorificar o barulho e o ódio.

 
Com a pressão do mercado mais sólida e invencível, a falsa violência comercial, sem meta, nem ideologia, fica mais louca e ridícula. Os shows de rock viram missas negras que lembram comícios fascistas. É musica péssima, sem rumo e sem ideal. A revolta se dissolve e só fica o ódio e o ritual vazio. Hoje, chegamos a isso, a essas mortes gratuitas. A cultura e a arte foram embora e só ficou a porrada."

Pode ter algo mais estúpido? Como pode-se falar tanta asneira em uma rede nacional? Quanto despreparo e preconceito contra um estilo musical...você não precisa gostar mas não existe esse troço de musica influenciar as pessoas. Na semana passada um membro da Mangueira foi assassinado por traficantes por causa da escolha da Rainha da Bateria da escola. A culpa foi do samba então? Seguindo a teoria do idiota devia ser? Os traficantes do Rio ouvem Samba ou Heavy Metal? Quantas pessoas morrem no Carnaval assassinadas? A culpa é da música? Eu até gosto de alguns textos do Jabor, mas sempre tive um pé atrás com algumas idéias retrógradas e a forma que ele gosta de tentar sempre ser CUlto. Ele é um cara que sabe se expressar, usar bem as palavras e esse é uma coisa perigosa, Goebels usou isso pra transformar Hitler em um sucesso de marketing. Acho que ele devia se explicar como ele bajulou o militarismo pra ganhar verbas para seus filmes falidos, já que a Embrafilme só soltava dinheiro pra meia dúzia de puxa-sacos, e graças a isso nosso cinema saiu do circuito e se tornou um fracasso por décadas e só depois que acabou a mamata, gente jovem pode mostrar talento e nosso cinema a ganhar reconhecimento de crítica e público, não graças a esse senhor preconceituoso.

Frank Zappa uma vez disse que se a música influenciasse as pessoas estaríamos todos nos amando, pois o amor é o tema da maioria das músicas. Zappa era sábio.

Cheers

Hank


Som do dia: "Vulgar Display of Power", o disco do Pantera tem um nome bem propício para o post.





- Postado por: Hank às 08h11
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When I'm Sixty-Four

Eu não sei o porquê dessa neura toda com a chegada dos aniversários com números redondos, por exemplo, os 20, 30, 40 etc. Eu nunca entrei nessa neurose, mas conheço muita gente assim.

 

Tem gente que faz 20 anos e fala: “Fodeu, acabou minha adolescência”. Claro que sim... queria viver no mundo de Peter Pan até quando? Para homens a idade crítica é aos 18, pois com 18 anos você pode tirar carta, ir ao motel, assistir filme pornô, um monte de coisas que era proibido, mas você fazia assim mesmo. Aí, você faz 18 e vê que não mudou porra nenhuma e além de tudo começa a peregrinação para tentar se livrar do maldito exército.

 

Com 30 acaba definitivamente a desculpa de só fazer bobagem por “ter pouca idade”, você já tem amigos casados, com filhos, uma profissão, paga suas contas e deve ser dono do seu nariz. Quando fiz trinta eu tava numa fase meio complicada da vida, mas nada que não tenha conseguido superar ou tivesse algo relacionado com a idade. Eu olhava para trás e pensava: “Não tenho mais 20 anos, puxa.....”, mas reparei que muito pouca coisa havia mudado realmente.

 

Esse ano eu fiz 40! E tive um aniversário ótimo, cercado de amigos que me acompanham há vinte anos, com minha adorável e querida namorada, foi tudo ótimo, nem tive tempo de pensar em bobagem. Cheguei a conclusão que nada mudou de novo, pois eu ainda ouço rock, adoro bermuda e camiseta, bebo cerveja, trepo bem e foda-se o resto. Eu até pela primeira vez consegui perder peso, voltei a uma forma que não ficava há anos e estou no meu peso ideal (morram de inveja he, he, he), isso sem deixar de beber, comer churrasco, nem fazer nada que eu gosto. Segui o exemplo do Ronaldo Fenômeno, arrumei uma Dani pra mim. He, he, he.

 

A coisa que mais me chama a atenção nesse passar dos anos não sou eu nem meus amigos contemporâneos, mas sim meus ídolos que ou morreram (Os Ramones), ou ficaram esclerosados (Ozzy) ou simplesmente velhos demais. Você sabe que o tempo passou quando você compra uma edição especial de 20 anos de um CD e lembra que você tinha o LP que foi lançado na época.

 

Então, que venham os cinqüenta, sessenta e quando fizer 64 vou poder fazer uma banda pra tocar “When I’m Sixty-Four” dos Beatles....

 

Cheers

 

Hank

 


Som do dia: “When I’m Sixty-Four” dos Beatles.




- Postado por: Hank às 10h09
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Funny Ways

Tem  gente que nasce atrapalhada, com um faro pra confusões e consegue foder tudo da forma mais atrapalhada e humilhante possível. Conheço alguns personagens desse tipo que parecem mais com os personagens do Steve Martin no cinema do que com pessoas reais. Um exemplo disso é meu amigo que vou chamar de “Mr. V.”, ele deveria ganhar o Oscar.

 

Uma vez “Mr. V.” estava na plataforma do Metrô esperando chegar o trem, então, reparou no espelho que fica na ponta da plataforma e começou a se admirar no reflexo. Como ele não conseguia se enxergar direito deu dois passos para trás. Só que a besta caiu da plataforma nos trilhos! Foi um tremendo alvoroço, pararam os trens, chegou o socorro e tiraram a besta de lá, com todos os usuários querendo matá-lo por causa dos atrasos. E não ficou por aí não, pois no dia seguinte na mesma plataforma ele deixou cair a chave do trampo nos trilhos e veio o mesmo cara que o havia socorrido no dia anterior para pegar a chave. Quando o funcionário olhou pra ele perguntou: “O que você tem contra mim?” Há, há, há.

 

Outra vez “Mr. V.” estava correndo para chegar ao trabalho na Paulista, distraído ele não viu que em frente a um banco estavam fazendo o descarregamento dos malotes de dinheiro. A besta então me tromba com o segurança, o derruba no chão e tenta ajudá-lo pegando o malote do chão. Quando olhou para os lados estava com uma calibre 12 apontada pra sua cabeça. Acabou sendo levado para uma sala da segurança, ligaram para o serviço dele e tudo, só pra ele comprovar que era só um pateta e não assaltante, he, he, he.

 

“Mr. V.” uma vez foi num puteiro, estava lá no “bem bão” quando sei lá o que o cara fez a cama quebrou. A puta abre a porta aos berros e grita; “Gente, vem cá que tem um lenhador quebrando a cama!” Para o azar dele um amigo tava no quarto ao lado, que serviu como testemunha!

 

Outro dia estávamos em um show no Pacaembu, quando uns cinco caras cismaram com a cara dele do nada. Estávamos parados atrás dele só observando o desfecho da história. Foram provocando o cara até que não deu mais e ele meteu a mão no babaca; como os cinco pularam em cima dele, tivemos que entrar na briga. Só sei que batemos muito nos caras em menos de 1 minuto, deixamos os caras arrebentados no chão e combinamos de nos espalharmos e nos encontrarmos num ponto em meia-hora. O pior é que um dos nossos amigos era um gordão barbudo e tatuado, deram a descrição dele pra polícia, que levaram preso uma outra pessoa que correspondia com a descrição, mas não tinha nada a ver com o peixe, e que por acaso era amigo nosso também há, há, há. Tudo porque o azarado estava com a gente.

 

Do lado da casa do “Mr. V.” tinha uma igreja evangélica que fazia um barulho infernal nos cultos. Aí ele achou a solução: Colocou a aparelhagem de som na garagem, colocava discos de Heavy Metal numa altura desgraçada toda hora que ia começar o culto. Pra cada salmo vinha um “The Number of the Beast”. Até que foram reclamar com ele e chegaram num acordo, nisso até que ele se deu bem.

 

O “Mr. V.” tem mais histórias desse tipo, como uma vez que ele levou um coro de um travesti, outra sobre uma história mirabolante de roubo de córneas, um aniversário no “Mellows”, todas as histórias são reais. É muito engraçado ter pessoas como essas para sempre que a gente faz alguma merda saber que tem gente mais atrapalhada. Um dia encontrei “Mr. V.” no Orkut e ele estava no perfil com um filho no colo. A primeira coisa que imaginei era se o moleque seguiria a tradição atrapalhada da família, ou sobreviveria ao destino familiar....

 

Cheers

 

Hank


 Som do dia: “Funny Ways” do Gentle Giant



- Postado por: Hank às 09h32
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Paperback Writer

Se alguém me pergunta se sou culto ou bem informado, eu falo de prontidão que sou bem informado. Eu odeio o termo “culto”, que é designado para o que chamo de homens “CUltos”. Eu não me considero um cara sequer acima da média, prefiro saber um pouquinho de várias coisas do que muito sobre uma.

 

O problema dos caras CUltos é aquela arrogância natural, tipo: “Eu sei muito e você não sabe nada”, aquele olhar superior de cima para baixo. Aquele desprezo que ele olha para a revista de variedades que você está carregando, já que o cara CUlto só lê “Bravo”, “Caros Amigos”, “Cult”, resenhas literárias de faculdades feitos em xerox.

 

O cara CUlto não te chama para uma cerveja, ele toma café, chopp no máximo, ele detestaria ser visto pelos seus outros amigos CUltos com aquela garrafa feia sobre a mesa. O cara CUlto pra dar em cima de uma garota enche ela de poemas decorados, a faz ficar impressionada como ele sabe recitar Vinícius de Moraes, Drummond e vários poetas fantásticos. Isso é uma forma de colocá-las em um patamar abaixo, como se falasse; “Você vê como sou inteligente? Larga essa “Contigo” e dê graças a Deus que me conheceu”. Só que se você treinar um papagaio ele vai fazer o mesmo.

 

Nunca peça para um cara CUlto ler um texto ou poema seu. Com um ar arrogante ele vai começar a colocar defeitos logo de cara, vai dar palpites, vai dizer que seu texto tem que mudar. Ele dará sempre um jeito de fazer com que seu trabalho seja diminuído perante a arrogância dele.

 

O Cara CUlto não sabe quem são Nick Hornby, Helen Fielding, Maryan Keys e outros escritores da nova geração, que publicam histórias leves, divertidas sobre pessoas reais. O homem CUlto acha tudo isso insignificante. Bom mesmo pra ele é ler Kafka e ter sonhos eróticos de se transformar numa barata. Se você falar que leu algum Harry Potter então ele nem vai mais falar com você. Assim, ande sempre com um exemplar para usá-lo como cruz contra vampiros.

 

Ele freqüenta as mostras de cinema, sabe tudo sobre aquele diretor iraniano, as últimas produções de “Bollywood” (a indústria cinematográfica indiana), ou os filme independentes nacionais. Ele adora citar filmes que 14 pessoas no mundo todo sabem que existe, só para se auto-afirmar. Não o convide para assistir um filme do Jim Carey ou o novo da “Bridget Jones”.

 

O cara CUlto ouve aquela musiquinha “chuchu”, sem gosto de nada, aquela MPBzinha básica, um pouco de bossa nova, um jazz bem suave, nada que desperte grandes emoções. Acho que se ele ouvisse algo mais forte ninguém do lado prestaria atenção nas bobagens declamadas por ele, sobre o estupendo livro que ele vendeu 21 cópias (todas para seus alunos, que por acaso precisavam de nota), sobre a coluna que tem na internet com menos de 30 acessos por semana, ou sobre como ele é fantástico e CUlto. Se você mostrar algo que gosta para ele falaria: “Poxa, eu esperava mais de você intelectualmente”, idiota.

 

Odeio realmente gente assim, talvez por ler e ouvir tantas coisas consideradas banais por esse tipo de gente, o que torna meu desprezo uma coisa até palpável. Por isso nunca me convidem para um evento com caras CUltos.

 

Cheers,

 

Hank

 


Som do dia: Paperback Writer dos Beatles.




- Postado por: Hank às 13h02
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Shape of Things

Eu tenho ouvido falar desse livro há meses, como sou um rato de livrarias, freqüentemente o encontro no topo das prateleiras dos mais vendidos. O livro é o famoso “Código da Vinci” que todo mundo já deve ter lido algo a respeito. Eu pra falar a verdade não tenho a menor vontade de ler esse livro, primeiro que detesto quando aparecem coisas como : Você TEM que ler esse livro, ver esse filme, gostar desse CD porquê todo mundo ta lendo, assistiu ou ouve, então é bom. E segundo porquê não me interesso sobre o tema do livro.

 

De tanto ouvir falar eu peguei bronca e estou com vários livros na frente (Estou lendo agora “Os Diários do Andy Warhol” com 800 páginas!!!). Mas o que achei engraçado é uma matéria que li que alguns franceses estão putos com o livro. Mais especificamente a organização católica Opus Dei, que é pintada de uma forma pouco respeitosa, e ao contrário do que fala no livro eles não são uma seita e não tem monges. A igreja de Saint Sulpice onde acontecem alguns fatos descritos no livro, tem sido visitada por vários malucos que chegam perguntando onde foi o “assassinato da freira” e sobre a existência de uma passagem secreta que não existe.

 

É engraçado que quando os guias falam que tudo é obra de ficção os leitores ficam indignados, e falam que eles estão escondendo os fatos que Jesus era casado com a Maria Madalena. Não li o livro, mas o que esse cara colocou pra esse pessoal acreditar nesses troços? Colocou um Polaroid do casamento? Alguém viu a certidão de nascimento dos filhos do casal?

 

Uma vez Orson Wells apresentando uma radionovela fez com que muita gente entrasse em pânico achando que os extraterrestres estivessem invadindo a Terra. Como tem gente que acredita tudo que lê ou vê na TV? Tem gente que acredita que o Paulo Coelho é mago Há, há, há. A maior mágica dele é como transformar livro ruim em dinheiro he, he, he.

 

Quando assistimos ou lemos um livro sempre devemos saber discernir onde começa a ficção e termina a realidade. Muitos anos atrás foram vendidos milhões de exemplares de um livro que falavam de visitas interplanetárias na Terra, foi feito um tremendo alvoroço e o que tava lá era considerado fatos concretos e foi assim até que o próprio autor anos e milhões de dólares depois assumiu que “viajou na maionese”, só que não vi nenhum esforço dele pra devolver o dinheiro do pessoal que gastou os tubos pra ler suas asneiras.

 

Cheers,

 

Hank


Som do dia: “Shape of Things”, essa música do Yardbirds foi “coverizada” inúmeras vezes, e dou destaque para duas dessas versões, do Gary Moore no álbum “We Want Moore” e do Rush no novo CD “Feedback”.




- Postado por: Hank às 07h34
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Diary of a Madman

É bom sair com os amigos numa tarde ensolarada de sábado para tomar cerveja.
É ruim torrar a grana que você não tem para pagar a conta.
É bom lembrar da sua namorada que está longe.
É ruim torrar o saco do seu amigo falando 2.345 vezes dela pra ele.
É bom ter tratamento VIP no bar.
É ruim ter seu pé lavado porquê você ta lá bebendo ainda e o bar já devia ter fechado a uma hora atrás.
É bom ter pique ainda pra sair pra tomar a saideira em outro bar.
É ruim lembrar que você "esqueceu" de almoçar.
É bom pegar mais um amigo e irmos pra mais um dos nossos botecos VIP.
É ruim chegar lá e ver que um amigo deu calote no boteco.
É bom descobrir que lá tem uma coxinha com cara de apetitosa.
É ruim descobrir que ela ta fria
É bom saber que ta passando jogo de futebol na TV
É ruim saber que o jogo é do Palmeiras.
É bom ver que o Palmeiras deu novo papelão.
É ruim ver que meus amigos ficaram emburrados e mais chatos por causa disso.
É bom saber que um amigo resolveu dar uma festa nesse dia e está contando com a presença de vocês
É ruim saber que nós estávamos tão bêbados que nunca chegaríamos lá.
É bom chegar em casa são e salvo.
É ruim tentar entrar no computador pra falar com a namorada, mas ela não ta on line e você não consegue escrever três palavras sequer pra mandar um e-mail pra ela.
É bom saber que sua namorada vai te ligar.
É péssimo você estar tão bêbado que nem consegue atender o telefone e quando ela liga você está no décimo sono.
É bom dormir depois de um porre.
É péssimo ver a cama girar é sentir uma sede desgraçada.
É bom você descobrir que tem refrigerante gelado na geladeira.
É ruim ficar em seguida "abraçado com a privada" vomitando até sair a bílis.
É bom tomar um Engov e uma Aspirina e torcer pra maldita dor de cabeça acabar.
É ruim saber que isso vai demorar mais de uma hora e que enquanto isso a "escola de samba" que está ensaiando na sua cabeça vai continuar martelando.
É bom entrar na internet e descobrir que sua namorada está on line.
É péssimo descobrir que ela está extremamente emputecida porquê você não atendeu a ligação dela, aí você diz que ela não ligou e quando pega o celular está lá, pra não deixar dúvida que ela te ligou e como você é uma besta quadrada não ouviu.
É bom saber que depois de milhões de pedidos de desculpas ela te perdoou.
É ruim saber que precisava dela do meu lado aquela hora.
É bom saber que seu companheiro de copo em vez de aventurar a dirigir até a casa dele, está tombado no quarto de hóspedes.
É ruim saber que você precisa comer algo e tá com uma preguiça desgraçada para cozinhar
É bom saber que o São Paulo vai jogar e vai passar na TV.
É ruim ter que optar entre o Galvão Bueno ou o Luciano do Valle.
É bom saber que o tricolor arrebentou e goleou o Vitória
É ruim saber que essa vitória não adiantou nada e não vamos ganhar o título.
É bom saber que você já está bom pra beber de novo e a cerveja está descendo redondinha de novo.
É ruim saber que o dia seguinte é segunda-feira.
É bom saber que no fim de semana vou viajar.
É ruim saber que vou ter trabalho pra caramba até lá.
É extremamente bom antes de dormir ficar no telefone com ELA, com muito bom humor e saber que está tudo ótimo entre a gente e que quando fechar os olhos em algum lugar dos meus ébrios sonhos vou me encontrar com ela.

Cheers,

Hank


Som do dia; "Diary of a Madman" do Ozzy Osbourne. Acho essa uma das melhores músicas do Ozzy. Esse álbum quando saiu eu fiquei pasmo! Ótimo álbum.



- Postado por: Hank às 09h57
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Some Enchanted Evenings

Essa semana saiu as primeiras imagens da nova versão de “A Fantástica Fábrica de Chocolate” feita pelo Tim Burton e pessoalmente eu fiquei tocado. A primeira versão é um filme tão importante para a infância de várias gerações quanto uma espécie de “Cidadão Kane” infantil.

 

Acho que vi esse filme umas 40 vezes de 71 quando foi lançado, até os últimos anos. Na “Sessão da Tarde” passava pelo menos uma vez por bimestre, e aquela musiquinha do “Ompaa Loompas” ficou gravada na minha mente de uma forma permanente. Qual era a criança que não queria ir naquele lugar com rios de chocolate? Eu sonhava com aquilo he, he, he. O Gene Wilder então no papel do Willy Wonka estava perfeito! A imagem dele com aquela cartola é marcante.

 

É complicado refilmar um clássico, sempre vão ter comparações e é difícil competir com imagens tão fortes na nossa cabeça infantil. Burton já deu uma derrapada com “O Planeta dos Macacos” que não chegou aos pés da versão clássica, mas acredito que dessa vez ele não vai dar mancada. Para o papel do Mr. Wonka vamos ter Johnny Deep, que acho que pode ter condições de interpretar o personagem. Meu ídolo, o Christopher Lee (pra mim o melhor Drácula de todos os tempos) vai fazer o pai do personagem e Helena Bonham Carter também participa.

 

Eu sei que vai ter uma enorme movimentação em torno desse filme. Uma vez eu vi que existem convenções sobre o filme e os anões da primeira versão faturam até hoje, tirando fotos e aparecendo junto aos fãs. A Nestlé está investindo uma nota preta no filme, dá pra adivinhar porquê né? Eu espero que essa nova versão seja tão marcante para a molecada de hoje como a primeira versão foi na minha, afinal é melhor se lembrar do Willy Wonka do que do Picachú, não é?

 

Cheers

 

Hank

 

 

 

 

 

 


Som do dia: “Some Enchanted Evenings” é um disco ao vivo do Blue Oyster Cult. Uma grande banda, mas que infelizmente é pouco valorizada.




- Postado por: Hank às 13h35
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Incommunicado

No mundo virtual, certos hábitos ficam se incorporando no nosso cotidiano cada vez mais, a gente nem percebe e quando vê está pego. Eu estava conversando com minha namorada, e mandei pra ela um e-mail, com um arquivo zipado. Ela, então, perguntou se tinha que “dezipar” o arquivo na pasta e se era assim que se escrevia... D...E...Z...I...P...A...R.

 

Comecei a rir e conjugar o verbo “dezipar”, “eu dezipo, tu dezipas, ele dezipa.......” Óbvio que ela ficou puta comigo achando que eu estava tirando uma da cara dela, mas nem me passou isso pela cabeça. Na verdade eu não tinha a menor idéia do que estava falando, não creio que exista nem no “Aurélio” a resposta.

 

Link é outra palavra que faz parte do nosso cotidiano, todo dia alguém manda um e-mail falando “eu te linkei no meu blog....” E lá vou eu de novo... “Eu linko, tu linkas, ele linka...” Pra gente é um troço absolutamente normal essa expressão, mas imagina você chegando pra sua avó e falando: “Vó, aquele cara me mandou um e-mail, com um arquivo zipado com o template do blog dele que vai me linkar quando estiver no ar!”  A velha vai ficar toda orgulhosa que a neta preferida dela aprendeu outra língua, he, he, he.

 

Agora um troço que detesto é quando alguém deixa um comentário aqui em língua de aborrescente, aquele troço cheio de abreviações “X’s”, “Y’s”, “Z’s” que uma pessoa normal demora uns 15 minutos pra tentar traduzir o que ela quer dizer. Na boa, normalmente quando me mandam mensagens desse tipo ou entro em um site/blog com essa linguagem, eu nem perco meu tempo, desisto logo de cara. Como eu só falo duas línguas: português e inglês, qualquer coisa feita em outra língua eu nem esquento meus 7 neurônios pra tentar entender.

 

Muitas expressões como mouse, internet, link, site, blogar, download, mp3, zipar e várias outras já estão presentes e acho que vão ficar um bom tempo no nosso vocabulário cotidiano, mas por outro lado não podemos perder o contato com a nossa língua. Graças aos blogs e internet, nunca se escreveu tanto na humanidade. Hoje se você quer falar com um amigo na Suécia é só escrever um e-mail e mandar, antes você tinha que escrever num papel, envelopar, selar, pegar a fila do balcão do correio e enviar pra chegar lá 10 dias depois. Hoje é instantâneo, muito fácil. Só que se é pra escrever vamos ter alguns cuidados, eu sempre dou umas derrapadas (ainda bem que tenho uma “revisora” sempre me corrigindo), mas o importante é nunca perdermos o fio da meada e entender que a língua foi feita para nos comunicarmos e temos que equilibrar sempre o que escrevemos para conseguirmos isso.

 

Cheers

 

Hank


 Som do dia: “Incommunicado” do Marillion.




- Postado por: Hank às 13h03
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Hate

Joãozinho começou a odiar logo cedo. No berçário da maternidade tinha um moleque que cismava de chorar mais que ele e isso não podia ser assim. Ele tinha vindo ao mundo meia hora atrás, mas sabia que tinha que berrar mais alto. Então, a plenos pulmões expressou seu ódio berrando e fazendo da vida das enfermeiras de plantão um inferno.

 

Ele cresceu e com doze anos seu objeto de ódio agora era seu vizinho. Joãozinho tinha uma bicicleta de 10 marchas, antiga. Mas o vizinho era mais rápido que ele, com uma moderna de 25. Que filho da puta! Joãozinho odiava aquele garoto, chamado Rui, com todas as suas forças.

 

Só que ele e Rui acabaram se unindo. Eles tinham um time de futebol na rua com mais sete amigos e eles detestavam os caras da rua de baixo, que tinham um time também e que ainda por cima se atreviam a usar na camisa as cores do seu time de coração, o Palmeiras. Como é que eles se metiam a fazer uma coisa dessas? Enquanto eles ainda usavam camisetas do depósito de construção do pai do Rui.

 

Os anos se passaram e com 18, João, Rui e o pessoal do time de baixo tinha outro problema. Havia um barzinho muito legal no bairro, enchia toda sexta-feira dos mais belos exemplares da fauna feminina do bairro. Até aí era lindo, só que aqueles filhos da puta do bairro do lado vinham e ficavam com elas. Como podia? Afinal, segundo eles, o bairro era deles, as mulheres deles e nenhum idiota de fora podia mexer com elas e escapar ileso. Isso sempre acabava em altas brigas.

 

João arrumou um emprego numa cidade ao lado, na verdade era apenas a 25 kms da casa dele, ia todo dia de carro pra lá. Ele sentia um profundo desprezo por aquele lugar. Detestava a administração petista que enchia a cidade de radares (já havia sido multado 2 vezes), tinha raiva dos camelôs que ficavam na frente da fábrica, afinal ele odiava tudo.

 

Mas raiva mesmo ele ficava com o pessoal dos outros Estados. Eles eram lá dos cafundós do Judas e vinham querendo o emprego do pessoal que nasceu aqui. Que porra! Por que eles não ficam na terra deles? É por isso que aquelas merdas de lugares sempre estão fodidos, não tinham nada que vir pra cá.

 

É julho, agora tá todo mundo unido! Copa do Mundo de Futebol, temos um inimigo comum: a Argentina!!! Aqueles metidos duma figa têm que se foder, o Brasil todo unido torcendo pra dar gangrena na perna do Batistuta, cupim no joelho do Veron e overdose no Maradona pra ele parar de encher o saco.

 

Uma coisa infelizmente temos que  dividir com nossos “hermanos”. A raiva contra os caras do hemisfério norte que cismam em nos discriminar e nos chamar de sub-raça, inferiores e nos contratam apenas pra fazer o serviço braçal que eles se recusam. João se arriscou a ir arrumar um emprego na Inglaterra, ficou lavando pratos por seis meses, ganhou pouco dinheiro e foi deportado pela imigração sem nem ter tido tempo pra se despedir da sua namoradinha britânica. Ele odiava aqueles bastardos.

 

Hoje João está aposentado, fica o dia inteiro em casa, vendo o noticiário inconformado com a violência das cidades. Como existe ódio no mundo, né? Ele se dedica agora todas as noites à astronomia, vara madrugadas com um telescópio observando o céu com a esperança de achar vida fora da Terra, ele acha que extraterrestes devem ser uma raça barulhenta, que tem a cor da pele que roubaram do Palmeiras, mais chatos que os Argentinos e devem ser exterminados...haaaaa se ele os encontrar............

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Hank


Som do dia: "Hate" do Iggy Pop



- Postado por: Hank às 08h28
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Alta Fidelidade

Eu li recentemente o livro "Alta Fidelidade" do Nick Hornby, e o personagem tem mania por listas. Pra tudo ele faz listas e resolvi aqui fazer algumas listas.

As cinco maiores malas sem alça da MPB

5) Arnaldo Antunes - O cara na época do Titans era até legal, mas se tornou um mega chato.
4) Engenheiros do Hawaii - Eles são figurinha batida no reino da mediocridade.
3) Carlinhos Brown - Alguém consegue entender algo que ele fala?
2) João Gilberto - Meu sonho é amarrar ele dentro do bumbo do baterista do Slayer pra ele parar de reclamar dos ruídos nos shows.
1) Caetano Veloso - Ele acha que tem o direito de falar de física quântica, política , futebol, qualquer merda, só fala besteira e a mídia adora.

Cinco idiotices cinematográficas que a mídia adora.

5)  O Quatrilho - PQP que filme bosta, algum já viu italiano que não mexe os braços? Ridículo
4)  Toda a filmografia do Glauber Rocha - Na boa, acho aquilo pior que um chute do Roberto Carlos no saco.
3)  Central do Brasil - Essa idéia de fazer filme mostrando que o Brasil só tem pobre e picareta pra vender pra fora,me dá nojo.
2)  A Transmissão do Oscar - Aquelas dublagens e a babação de ovo é ridícula.
1) A glorificação da violência - A glorificação e exportação de filmes como "Cidade de Deus" ou "Estação Carandiru" serve cada vez mais para reforçar o preconceito contra o Brasil no exterior. E depois quando nos Simpsons os caras tiram sarro da gente tem uns panacas ficam ofendidos.

Grandes cretinices da nossa literatura.

5) Lair Ribeiro - a prova que livros de auto-ajuda funcionam, afinal ajudaram a engordar a conta bancária dele. A prova que ninguém nunca perdeu dinheiro menosprezando a inteligência do povo.
4) Livros esotéricos-Como alguém gasta tempo com tanta bobagem?
3) Livros escritos por pastores de televisão - No coments
2) Academia Brasileira de Letras - O que aquele monte de gente com roupa idiota fazem pela literatura brasileira a não se empanturrar de chá?
1) Paulo Coelho - Ele é a prova que com um vocabulário de 5ª série do ginásio e com histórias pra lá de infantis pode-se fazer sucesso. Um Lair Ribeiro esotérico.

Nossa TV imbecil:

05) TV a cabo - É ridículo o preço, nº de propagandas e reprises. E depôs falam pra gente não piratear
 04) Programas humorísticos: Alguém consegue sequer dar um sorriso  com programas como Zorra Total ou A Praça é Nossa?
03) Novelas - Cada vez mais a criatividade foi pro saco nas novelas, a busca pela audiência matou a galinha dos ovos de ouro da Globo e ninguém agüenta mais as mesmas histórias
02) Xuxa - Até quando alguém não vai se tocar que ela (finalmente) não tem nada a ver?
01) Datenas - Eu falo com "s" porque tanto ele quanto seus "clones" representam o que tem de pior na TV.

Aguardem novas listas....

Cheers,

Hank


Livro do dia: "Alta Fidelidade" do Nick Hornby



- Postado por: Hank às 14h34
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Meu perfil:

Sou Paulista, Paulistano e torço para o São Paulo F.C. Sou desbocado e politicamente incorreto e discuto e não respeito política, religião e futebol sem o menor pudor.

Cerveja e pizza é a base da minha existência.

Ouço basicamente Rock em vários estilos, mas curto um pouco de outros estilos musicais.

 

 

 

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