} // mmLoadMenus() Notas do Velho Safado - By Hank - Quinta "Rodada"


Screaming in Digital

Hoje estamos cada vez mais dependentes das máquinas, dessas malditas caixas cinzas que estão do seu lado nesse instante. Ela nos permite coisas fantásticas, como por exemplo conhecer pessoas, ler notícias em tempo real, pegar aquela música rara que você não encontra em cd algum, etc. Eu sou um viciado em informação, conseqüentemente me tornei um viciado em computadores.

 

O foda é que ficamos dependentes dessas máquinas de uma forma surreal. Quem já teve aqueles acidentes que você perde tudo que está no seu HD? Dá um pânico absurdo! Você fica pensando no que perdeu e dá uma tristeza, arrependimento por não ter feito nenhum backup, etc.

 

Antigamente todos seus telefones ficavam numa cadernetinha de papel, agora os meus ficam em três lugares diferentes: No micro, no celular e numa agenda eletrônica. Tudo isso porquê eu sei que mais cedo ou mais tarde vou perder tudo numa delas. Não confio nessas máquinas como confiava na agendinha de papel. Eu não sei o telefone de ninguém de cabeça, mal sei o meu.

 

Eu estava escrevendo um conto, era uma idéia super legal, tava empolgado e as palavras saindo da minha cabeça e se materializando na tela do micro. Estava um negócio que na minha opinião estava muito bom, era um conto humorístico e estava bem engraçado. Chegou a hora do almoço, salvei, desliguei a máquina e fui almoçar. Quando voltei, apertei o atalho correspondente ao texto e nada. Fui na pasta onde devia estar e não tava lá, olhei a lixeira e tava vazia, coloquei na procura e tinha sumido. O meu texto foi deletado totalmente sem explicação alguma. Eu achava que isso era impossível de acontecer, eu havia salvado várias vezes mas desapareceu. Seis páginas do trabalho de 3 horas foram parar no rabo virtual do Sr. Bill Gates.

 

Isso já me deu desânimo e desisti totalmente de escrever o conto, se eu perco o “fio da meada” não adianta tentar recuperar, não rola. Não consigo nem reescrever os meus posts, quanto mais os troços maiores. Me deu saudade da minha velha máquina de escrever, que está largada em algum lugar.

 

Um dia desses tinha que mandar uma declaração, só que pra variar não tinha tinta na minha impressora e eu tinha urgência. Lembrei da máquina de escrever, tirei uma camada de pó dela e fui fazer o documento naquele troço. Descobri que eu esqueci como se datilografa! Não colocava força nas teclas, quando errava tinha que usar a borracha (nem lembrava disso), o troço ficou horroroso, mas mandei assim mesmo. Eu trabalhei anos datilografando e agora não conseguia fazer sequer uma declaração meia boca!

 

Hoje na empresa deu um problema e só recebíamos e-mails, mas não conseguíamos enviá-los para fora. Já entrei em pânico, já que eu dependo de e-mails como um cupim precisa de madeira. Senti-me mudo na frente do monitor. Que droga! Assim vou voltar na época do TELEX!!!!

 

Quanto mais a gente se moderniza, mais fica dependente de fatores externos, afinal o telefone do meu celular podem sumir de uma hora pra outra, o meu conto não vai aparecer de novo e não tem nada que EU possa fazer para consertar o problema dos e-mails. São problemas criados por coisas que chegaram para “descomplicar” nossas vidas não é? Imagina o que fariam se quisessem complicar! He, he, he.

 

Cheers

 

Hank


Som do dia: “Screaming in Digital” do Queensryche. Essa banda eu acho fantástica!




- Postado por: Hank às 17h27
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Too Much

Um dos troços mais chatos e ridículos, que me dá calafrios só de ouvir são as famosas “Frases feitas”. Aqueles atalhos que a pessoa fala por preguiça de pensar no que dizer. Alguns exemplos típicos:

  • Velórios: “Agora pelo menos ele está descansando..”, “Morreu como um passarinho”, “O rosto dele ta em paz”, “Há males que vem para o bem”, “Pelo menos ele não está sofrendo”. PQP, se não tem coisa melhor pra falar não fale nada. Quem ta lá fodido não ta nem aí com essa lenga-lenga, tem coisas mais sérias, vai lá dar um abraço na pessoa que ela já sabe que você está lá.
  • Seleção de emprego: Quando o selecionador olha seu currículo e tasca:"Seu currículo é muito bom, vamos analisá-lo e amanha entraremos em contato”. Isso quer dizer que você se fodeu. Já ouviu falar em alguém que recebeu uma ligação de alguém de RH depois de ouvir uma frase semelhante?
  •  Surra do pai: “Vai doer mais em mim que em você”, é difícil acreditar nisso quando seu pai ta com um cinto na mão correndo atrás de você.
  •  Crentes: “ Deus é pai, não é padastro”, como ateu convicto eu peço uma análise de DNA.
  •  Política: “Rouba mas faz” que usam pra justificar o voto em picaretas. “Meu governo terá como prioridade a classe mais baixa da população” isso quer dizer que eles não vão fazer nada disso.
  •  Telefonistas: “Só um minutinho” isso você ouve antes de ficar 18 minutos ouvindo uma rádio AM tocando pagode na espera do telefone.
  • TV:  “Esse artista é um estouro, tremendo sucesso”, normalmente ele é...um estouro no seu saco, um estouro de grana que a gravadora paga para aparecer na TV, um estouro de chatice. O Faustão merece uma menção honrosa nesse item.
  •  Filme pornô: “AAAAAAAA” , “UUUUUUUUU”, “I’m comingggggggg”
  • Vendedor de carro usado: “Pode comprar que o carro ta ótimo”. Isso ele fala ante de te empurrar uma jabiraca velha que vai quebrar antes de chegar na esquina.
  •  Futebol: Esse então merece um post especial até, graças a frases como: “Vamos lutar pra garantir os três pontos”, “a gente treinamos muito com o professor” (sic), “Treino é treino, jogo é jogo”, “ com a ajuda dos companheiros....”, “a melhor defesa é o ataque”, “ a torcida fez sua parte”, “o torcedor é o décimo segundo jogador”
  •  Puta barata: “Nossaaaa que grande”. Mesmo que seu pingolim tenha 5 cm duro é o que ela vai falar.
  •  Dono de boteco: “Pode comer, tá fresquinho”, antes dele te empurrar aquele salgadinho que está a três dias no balcão. “Essa veio de um alambique de Parati”, quando ele ta te vendendo uma pinga sem vergonha que ele coloca num barrilzinho pra vender mais caro.
  •  Revistas pornográficas: “É pra ler a Entrevista”. O namorado explicando para a namorada a Playboy em cima da mesa.
  •  Público de show em barzinho: “Toca Raul”. Sem comentários......
  •  Dentista: “Não vai doer nada”. Mentira contada antes dele tratar seu canal.
  •  Funcionário público: “Um Momentinho” . Senta que lá vem história. 

Cheers,

Hank


Som do dia: “Too Much” do Dave Matthews Band




- Postado por: Hank às 19h04
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Where do We Go from Here

“Pra onde nós vamos daqui?”  Essa pergunta que milhões de cristãos, muçulmanos, budistas, crentes, etc, se perguntam  a vida toda é feita também por uma classe de pessoas com intenções bem mais imediatas: O pessoal que está numa balada e procura na noite um lugar pra “tomar a saideira” ou depois de deixar a namorada que não bebe em casa.

 

Garota, se você não bebe e se  seu namorado te deixa antes da duas em casa e diz que vai “levar o amigo em casa” "vai acordar cedo pra trabalhar”, já era. E se o namorado ao se despedir dos amigos fizer um “V” com os dedos, não é que ele ta desejando paz e amor e sim que ele vai voltar para o “Segundo tempo”, enquanto você estiver  na cama sonhando.

 

Tinha um amigo que pedia sempre pra eu ir com ele buscar a namorada dele na faculdade. Aí  a gente parava em um barzinho, tomava umas e ela tinha que estar no máximo 1 hora da manhã em casa. Ele a levava bocejando, se despedia e falava que ia me levar pra casa. Ela fechava a porta e o cara despertava e ficava elétrico como se tivesse levado um choque no rabo.

 

Os bares de fim de noite que freqüentei foram os mais esquisitos e “freaks”. No Bixiga tinha o “Pirlipimpim” que era um boteco daqueles bem barra pesada. Como ele ficava aberto 24 horas, a gente na saída de alguma festa ou de outro bar, sempre dava uma passada pra tomar uma saideira. Lá tinha uns “Coquinhos” (pinga de coco) muito boas, geladinhas e a gente parava e pedia “leite” ou “café” que queria dizer se era pinga de coco branco ou queimado. O bar era do perto do “Ferros Bar”, tradicional ponto de encontro de sapatões. De um lado do balcão ficavam só lésbicas, do outro viados e a gente na calçada, he, he, he. Vira e mexe acontecia alguma confusão tipo uma mulher brigando com outra por causa de alguma outra ou alguma bicha dando em cima de meu amigo grandalhão, para nossa diversão.

 

O “Quebra Copo” era um bar maldito. Era só em caso extremo, pois a bandidagem corria solto por lá, e não conhecíamos ninguém direito, então a gente ficava muito pouco por lá, pois era um bocado perigoso e mais de uma vez tivemos que sair ás pressas. Era um lugar muito propício para ser assaltado, então não compensava.

 

O que eu mais ia era uma que tinha no caminho de casa, o “Bar do Pó” (o nome não devia ser por causa da poeira no chão). Normalmente eu e o Maca sempre acabávamos lá pra saideira. Como a bandidagem que freqüentava no local era da vizinhança e nos viam sempre na área, nós tínhamos uma espécie de “salvo conduto” e ninguém nunca mexeu conosco. Nós sempre chegávamos lá depois da 3, tomávamos umas duas ou três e íamos para casa. Tínhamos uma moral tremenda por lá, mas era o lugar que NUNCA levaríamos nossas namoradas.

 

Hoje eu não vejo muita graça de ir a algum lugar desse tipo, e meus companheiros de copo casaram e não tenho mais fígado pra torresminho as  4 da manhã . Vou aos bares que estou acostumado mesmo. E quando estou numa balada eu bebo o suficiente para conseguir chegar em casa e olhe lá. Chego em casa e caio como um tijolo na cama.

 

Cheers,

 

Hank

 


Som do dia: “Where do We Go from Here” do Marillion.




- Postado por: Hank às 17h56
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What’s My Name

Um dia estava no trabalho e tinha que falar com um funcionário de um cliente. Eu vi na lista: “Sueli”. Peguei o telefone e liguei:

 

-         “Alô! Por favor, queria falar com a Sueli!”

-         “É ele!” respondei uma voz grave.

-         “............!!!! Sueli?!?!” perguntei

-         “Sou eu mesmo”. Reafirmou a voz.

 

Era isso mesmo, o nome do marmanjo era Sueli. Fiquei tão chocado que até esqueci o que eu ia falar. A primeira coisa que pensei foi que tava na cara porquê ele era peão! Se eu tivesse um nome desses também ia fugir da escola pra não tirarem mais barato da minha cara. Imagina o que o cara passa todo dia? Na escola então devia ser foda.

 

Todo mundo conhece casos de pessoas com nomes esdrúxulos. Acho que uma grande quantidade de pessoas com esses nomes viram jogadores de futebol. É impossível ver um jogo de futebol brasileiro que não tenha pelo menos um nome esquisito. Só pra mencionar por exemplo, o “Oliúde” que jogou na Portuguesa com o apelido de Capitão, em que a mãe queria homenagear a meca do cinema. E o “Odivan” (ex-Vasco), que a mãe era fã da música “O Divã” do Roberto Carlos.

 

Eu fico pensando no que leva os pais a batizarem os filhos com esses nomes. Os caras não pensam que os filhos vão ter que levar esse fardo o resto da vida? É um troço pior que tatuagem. O nome você vai ter que arrastar o resto da vida, não tem como esconder. Isso quando o cretino do cartório escreve o nome errado. Se eu vou registrar um filho e o babaca escreve errado acho que eu pulo o balcão e apago o registro com o nariz do idiota. É impressionante como acontecem tantos casos desses.

 

Um amigo trabalhou no Censo, na região de Sto. Amaro, aqui em SP. Ele disse que foi entrevistar uma senhora e ela não queria falar o nome nem a pau. Ele insistiu, falou que ele tava acostumado, não ia estranhar, blá, blá, blá. Depois de meia hora de papo ela falou: “Bucetina”. Meu amigo não conseguiu manter a promessa de não rir he, he, he. O que a mãe dessa mulher quis homenagear? Ou melhor, saber eu até sei, mas será que ela era tão boa que merecia tanta referência? He, he, he.

 

Mais nomes esquisitos? Espiem aqui.

 

Cheers,

 

Hank


 Som do dia: “What’s My Name” do The Clash.




- Postado por: Hank às 17h39
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In Your Eyes

Eu estava falando com alguns amigos nesse feriado e começamos a relembrar algumas histórias “clássicas” da turma. Entre as quais teve o “Fantástico caso do roubo das minhas córneas”. He, he, he. O que aconteceu foi o seguinte:

 

Um casal de amigos, Mr. N. e Mrs. N. estavam morando na Itália no começo dos anos 90. Nessa época não existia internet, então, a comunicação entre eles e nós era feita por cartas, o que demorava bastante. Nessa, entrou na história o “Mr. V.”, o mesmo atrapalhado que fiz um post há alguns meses atrás. Ele teve a idéia de em vez de escrever, gravar uma fita cassete contando as novidades, assim segundo ele ficaria melhor e mais claro. (Segundo ele!)

 

Eu havia ido recentemente ao Rock in Rio II, e tinha acontecido alguma coisa como um roubo de córneas em um hospital, ou algo parecido. Sei lá como o idiota resolveu contar isso para o Mr. N. Só que atrapalhado como era ele disse que eu tinha sido assaltado (verdadeiro!), tinha ido para um hospital (falso) e lá haviam roubado minhas córneas (viagem pura)!!!! Quando o Mr. N. recebeu a fita ficou surpreso! Porra eu tava cego! Então, ele ficou com essa imagem até o dia que voltou ao Brasil um ano depois.

 

Quando o casal chegou teve um evento em que toda a turma se reuniu e na hora que fui cumprimentá-los ele arregalou o olho como se tivesse visto um fantasma. Ficava me encarando com a maior cara de tacho, chamava a Mrs N. pra me mostrar pra ela. E eu sem entender bulhufas do que estava rolando. Aí eles falaram o que tinha acontecido e eu ri muito. O Mr. V. negava que tivesse falado qualquer coisa, que era viagem, que não tinha nada a ver, etc. O casal batia o pé como que a fita não só existia como estava vindo na mudança e chegaria ao Brasil em uma semana e nos mostraria.

 

Um mês depois, todo mundo reunido na casa de um amigo, o casal levou a fita. A sala estava cheia de gente e pudemos ouvir claramente: “O Hank foi pra o hospital e roubaram as córneas”!!! A explosão de gargalhadas ecoou no apartamento. Mr. V, pulou sobre o aparelho de som, arrancou a fita e saiu correndo para fora e desapareceu. Ninguém nunca mais viu a fita novamente, he, he, he.

 

Como o Mr. V. era uma cara super-atrapalhado sabíamos que ele não havia feito por mal, apenas misturou uns fatos e provavelmente estava bêbado! Mas ele pagou caro, pois Mr. N. é um grande tirador de sarro, e anos depois ainda essa história sai freqüentemente do armário nos nossos churrascos.

 

Cheers

 

 

Hank


 Som do dia: “In Your Eyes” do Peter Gabriel




- Postado por: Hank às 17h26
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Let's Dance

Eu tenho assistido bastante TV esses dias enquanto faço a arrumação em casa e constatei uma coisa: Como o Carnaval anda chato. Para surpresa de muitos eu curto carnaval. Já fiquei horas vendo os desfiles em outras épocas (minha escola preferida era a Mocidade Alegre), mas de uns tempos pra cá tem ficado cada vez mais sem sal.

 

Primeiro que os temas estão cada vez mais “politicamente corretos”, sempre procurando fazer média com políticos, personalidades ou com patrocinadores, então os samba-enredos ficam muito massificados. Isso explica que hoje os cd’s dos samba-enredos vendem ¼ do que vendiam a 10 anos atrás.

 

No Rio, as escolas tem tantos estrangeiros que cada vez mais os desfiles estão ficando menos populares. O preço das fantasias e até dos ingressos levam cada vez mais turistas desengonçados no lugar das mulatas e do pessoal da comunidade. Se continuar dessa forma, como o Ferreira Gullar falou na coluna dele ontem só vamos achar negros na bateria das escolas.

 

Os bailes de carnaval então mudaram muito. Não tem mais: “Olha a cabeleira do Zezé!”, mas no lugar tem a insuportável da Ivete Sangalo. Credo! Eu não passo mas nem na porta do baile. To fora.

 

Então tomei minha decisão: Liguei o DVD, deixei o carnaval de lado, abri uma cerveja e comecei a ver me DVD do David Bowie! Esse pelo menos eu sei que não vai me matar de tédio

 

Cheers

 

Hank

 


Som do dia: “Let’s Dance” do David Bowie




- Postado por: Hank às 19h23
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Back in Black

Eu estou de volta. Agradeço as mensagens de apoio dos amigos e de pessoas que nunca haviam comentado antes. Fiquei bastante surpreso. Claro que sabia que algumas pessoas iam falar, mas nunca nessa proporção. Valeu gente. Eu tive meus motivos para tomar essa decisão e não foi na porralouquice nem tava bêbado he, he, he.

 

O fato que minha viagem para Floripa ter furado e eu ser obrigado a ficar trancado no carnaval em casa pesou bastante. Pensei no que raios se tem para fazer durante esse tempo além de ficar bêbado? Minha namorada foi pra casa de uns parentes em Minas e a maioria dos amigos viajou também, então fiz uma lista das coisas que tinha que fazer a séculos e que fico aguardando uma inspiração divina:

 

1)     Arrumar meus livros – Eu comecei a arrumá-los  a mais de um mês, mas parei na metade e estou com eles espalhados no quarto todo. Minha cachorra até comeu a capa do “Notas de um Velho Safado” comprovando que ela é fã de Bukowiski também.

2)      Arrumar meus cd’s – Eu tenho uns 1000 cd’s mais ou menos, espalhados em três cômodos.Quando preciso ouvir um cd dá até desespero, acabo desistindo por preguiça.

3)      Consertar meu template – Eu sou super caprichoso quando faço templates para os outros, mas o meu vive capenga, cheio de erros e falhas, saca aquele “velho deitado” que diz “Em casa de ferreiro....”, pois é.

4)      Arrumar a bagunça do meu computador. Sabe quando a gente salva arquivos em qualquer lugar, e quando você precisa nunca acha? Taí.

5)      Pegar na locadora aqueles filmes que sempre quis ver mas sempre deixou de lado porquê apareceu algo melhor antes.

6)      Me dedicar ao livro que estou tentando escrever.

7)      Terminar o template do blog que estou fazendo com uns amigos sobre as aventuras da minha velha turma.

8)      Visitar os blogs dos amigos.

9)      Fazer um baita almoço e chamar algum amigo para comermos e assistirmos futebol, de preferência São-paulino ou Palmeirense para a gente secar o Gambá.

10)  Acordar sem ressaca.

 

 

Cheers,

 

Hank

 


Som do dia: “Back in Black” do AC/DC


 



- Postado por: Hank às 19h25
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Meu perfil:

Sou Paulista, Paulistano e torço para o São Paulo F.C. Sou desbocado e politicamente incorreto e discuto e não respeito política, religião e futebol sem o menor pudor.

Cerveja e pizza é a base da minha existência.

Ouço basicamente Rock em vários estilos, mas curto um pouco de outros estilos musicais.

 

 

 

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