} // mmLoadMenus() Notas do Velho Safado - By Hank - Quinta "Rodada"


Rat Salad

Existem algumas situações que de tão bizarras e tornam cômicas, na hora ficamos putos, xingamos ficamos nervosos e depois damos muita risada. Esse é um caso que aconteceu comigo alguns anos atrás.

 

Eu tinha acabado de voltar de viagem, era domingão depois de um feriado prolongado, e de viajar quase quinhentos kilometros a única coisa que queria quando chegasse em casa era tomar um banho e cair na cama. Deixei a mala na sala, fui para o quarto, acendi a luz e quando cheguei perto do guarda-roupa, um ratão de mais de 30 cm passou em cima do meu pé. Levei um baita susto, pois moro em apartamento e nunca havia entrado sequer um camundongo, quanto mais uma ratazana daquele tamanho, algo totalmente inusitado.

 

O bicho correu para a sala e sumiu, procurei em tudo quanto é canto e nada. Fechei a porta dos quartos pois sabia que pelo menos lá ele não estava. Dormir aquele dia foi foda, ficava imaginando onde o desgraçado estaria, se ele estaria roendo as coisas, os mantimentos, etc...

 

No dia seguinte comprei veneno e umas ratoeiras e as espalhei pela casa. O veneno até que vi que havia sido remexido, mas nada do “Mickey”. Comecei a ficar cada vez mais puto. Na terça estava totalmente neurótico, via ratos em tudo quanto é canto, nem dormia direito. Saber que tem um troço daqueles dentro da sua casa é de lascar.

 

Na quarta eu fui ao quartinho trocar o botijão de gás e adivinha quem tava lá, escondidinho em um cantinho? O próprio Mickey filho da puta! Aqueles olhinhos brilhantes olhando para mim e antes que pudesse pensar em algo ele saiu correndo novamente e foi em direção á sala. Quebrei uma vassoura, peguei o cabo quebrado e saí correndo atrás do infame. Só que quando passei pela cozinha, o desgraçado estava em cima da geladeira! Ele escalou pela parte de trás de uma forma que nunca imaginei que poderia ter feito e com a mesma velocidade ele desceu, passou por mim como uma bala e foi para o quartinho.

 

Naquela hora eu já estava me sentindo o próprio Daniel Boone caçando um urso. Eu fechei a porta da cozinha, restringindo os espaços e fiquei nessa de “gato-bêbado e rato” por uma meia hora. Eu já estava possesso, queria esmigalhar o desgraçado. Então eu peguei uma ratoeira e coloquei na fresta de uma porta entreaberta e no que assustei o bicho ele passou sob a ratoeira e ficou preso. Era enorme, estava guinchando desesperado preso pelo rabo, sabendo que algo nada bom ia lhe acontecer. Peguei o cabo da vassoura e dei tanta paulada no rato que o sangue dele espirrou pra tudo quanto é lado. Estava totalmente louco, com raiva, me senti encurralado na minha própria casa por três dias e ele pagou por isso.

 

No final eu estava aliviado, sentimento de dever cumprido. Descobri que durante minha viagem houve uma inundação perto de casa e ele havia subido pelos encanamentos e saído pela privada do quartinho. Sentei na sala, abri uma cerveja e comemorei minha “caçada”, podia não ser o urso do Daniel Boone, mas era um bicho um bocado mais chato e nojento, he, he, he.

 

Cheers

 

Hank

 


Som do dia: “Rat Salad” do Black Sabbath




- Postado por: Hank às 17h24
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Counting Out Time

Eu estava acompanhando o descarrilamento do trem no Japão que vitimou mais de nove dezenas de pessoas e quando vi qual era o real motivo do acidente eu simplesmente perdi a compaixão pelas vítimas. O ser humano é uma besta mesmo e como Darwin já falava, os seres mais burros e idiotas tem a tendência de se auto-eliminarem. O acidente ocorreu porque o trem estava noventa segundos atrasado e o maquinista com medo de ser repreendido.

 

Criou-se uma cultura no Japão que a pontualidade chegou ao cúmulo de ser algo no mínimo chamado de “tara”.  No ano passado os maquinistas foram repreendidos porque a média de atraso foi de seis segundos! Vá se foder! O pessoal fica tão neurótico com a pontualidade que ficam sujeitos a essas merdas. Quem nunca ouviu aquela velha frase: “É preferível perder um minuto na vida do que a vida num minuto”. Graças a uma mentalidade estúpida e idiota, implantada desde cedo nas crianças, esse ditado não foi ouvido e noventa e um caixões estão sendo pontualmente preenchidos.

 

O Brasil é o último país do mundo que se pode falar de pontualidade, nada aqui começa na hora. Se você tem um convite para um show escrito 21:00 hs., isso quer dizer que ele vai começar as 23:00 hs. Uma vez fui em um show que começou na hora e muita gente ficou revoltada. Jogos de futebol começam “depois da novela” e a coisa mais inútil que existe é se tentar gravar um programa de TV pela programação do vídeo, pois nada começa na hora marcada nas revistas de programação. Isso já é um exagero, o oposto do Japão, acho que um meio termo como acontece na Europa já seria legal.

 

Sou uma cara meio chato com pontualidade, eu sempre chego nos meus compromissos na hora e odeio ficar esperando. Um amigo meu que é o “atrazildo” mais folgado que conheço me critica, diz que se tenho um compromisso as oito eu chego as sete e meia, fico irritado as sete e quarenta e cinco e as cinco pras oito fico puto e vou embora, he, he, he. Isso é mentira, eu vou embora só lá pras oito e dez!

 

Uma das coisas mais chatas do mundo é relógio, ficar preso em horários é muito chato. No dia a dia é um mal necessário, mas não se pode pirar. Nas minhas férias, quando viajo, a primeira coisa que faço é pegar o relógio e guardar. Antigamente nos acampamentos a gente proibia o uso de relógios fora o dia de partida.

 

Acho que a temos que aprender a conviver com eventuais atrasos. Tenha sempre alguns cd’s legais no carro, assim quando estiver preso em um engarrafamento você aproveita para escutá-los. Estão saindo livros ótimos de bolso, o que é uma alternativa numa fila interminável no banco ou uma viagem de metrô. Fora palavras cruzadas, joguinhos de celular, walkman, qualquer coisa vale para não ficar olhando pra cara de pateta do sujeito sentado na sua frente.

 

Cheers

 

Hank

 


Som do dia: “Counting Out Time” – Grande música do “The Lamb Lies Down on Broadway” do Genesis, ainda com o Peter Gabriel nos vocais.




- Postado por: Hank às 17h29
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Tales of Ordinary Madness

Eu sempre fui viciado em ler, desde criança eu ficava grudado na frente de livros. Comecei com gibis da Mônica, Pato Donald, Mickey, Homem Aranha e fui para os livros de Karl May, com as aventuras do “Mão de Ferro”.

Eu tenho alguns ídolos, gente que eu leio direto, gente que leio ocasionalmente, alguns só por curiosidade mesmo. Só sei que estou numa fase ótima de leitura, cada vez leio mais e conheço mais coisas legais.

Entre os meus preferidos estão Charles Bukowski é claro. O “Velho Safado” era espetacular, escrevia sobre o submundo com uma naturalidade incrível. Aliás, se alguém achar o “Misto-Quente” em algum sebo, por favor, me avise.

Stephen King também me fez varar algumas madrugadas para tentar ler mais alguns capítulos para saber se o protagonista da história ia conseguir sair vivo no fim, e nem sempre ele saia he, he, he.

Nick Hornby me traz muitas lembranças falando do universo musical, futebol, relacionamentos, etc. Ele consegue tocar em pontos do horizonte masculino bem pouco falados. É o melhor escritor dos últimos anos.

Meu humor melhora sempre que leio algo do Millôr ou do Luís Fernando Veríssimo. Graças á eles eu sempre tenho pra onde recorrer quando estou chateado, pois é impossível ler um texto dos dois sem dar pelo menos um sorriso.

Graças á biógrafos como Ruy Castro e Fernando Morais eu conheci muita coisa sobre a vida de Garrincha, Olga, Chatô, etc. Eles fazem ainda o que antigamente era chamado “jornalismo investigativo”.

Eu fiz esse texto por causa de uma corrente que anda circulando pela internet e duas amigas me mandaram coincidentemente no mesmo dia. Então vou responder:

1. Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro quererias ser?
Eu já ouvi muito falar de Ray Bradbury, mas não li esse livro e não tenho a menor noção que esse “gajo” quer dizer com essa pergunta.

2. Já alguma vez ficaste apanhadinho(a) por um personagem de ficção?
Apanhadinho????? What a fuck is it?????

3. Qual foi o último livro que compraste?
Até que enfim algo que sei responder. Foi “Charles Bukowski – Vida e Loucuras de um Velho Safado” de Howard Sounes. É a biografia do Bukowski que eu já havia lido á algum tempo emprestada, mas eu quis comprar para ter na minha estante.

4. Que livros estás a ler?
Eu estou relendo a obra do Bukowski, no momento estou lendo “Crônica de um Amor Louco”.

5. Que cinco livros levarias para uma ilha deserta?
Nunca iria para uma ilha deserta, afinal lá não teria cerveja. Vou mudar para um “bar deserto”, então eu levaria:
• “Cartas na Rua” do Charles Bukowski
• “Alta Fidelidade” do Nick Hornby
• “Mate-me Por Favor” de Legs McNeil e Gillian McCain
• “Millôr Definitivo – A Bíblia do Caos” do Millôr Fernandes
• “O Cemitério” do Stephen King

6. A quem vais passar este testemunho (três pessoas) e por quê?
Agora ferrou. Simplesmente porque não tenho pra quem passar. Mandei para algumas, mas não sei se responderão. Outras eu gostaria de enviar mas não tenho e-mail e outras não tem blog. Então se alguém tiver paciência de responder essas é só passar a corrente. Putz não sei brincar com esse troço de correntes....

Eu não sei se essa lista de livros é recomendável para todas as pessoas. É o melhor pra mim. Sinto-me feliz lendo esses livros, por isso não levem muito a sério qualquer comentário meu.

Cheers,

Hank




- Postado por: Hank às 20h14
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Bad Reputation

Eu a levei pra casa depois de uma festa de fim de ano, eu estava completamente bêbado e não tinha idéia direito do que fazia. Conhecia a reputação dela a um tempão, mas na hora me pareceu uma boa idéia. Tem horas que a bebida altera nosso discernimento e fazemos coisas que não faríamos normalmente. Como já estava muito bêbado não a toquei naquela noite, não conseguia pensar em mais nada além de me jogar na cama, com roupa e tudo e dormir.

 

No dia seguinte quando a vi bateu remorso e arrependimento. Misturado com a ressaca, olhei pra ela e pensei: “O que foi que eu fiz? O que ela está fazendo aqui na minha casa?”. É o tipo de coisa que parece que sempre acontece com os outros e você acha que nunca acontecerá com você. Pensava: “Putz, será que mais alguém me viu saindo com ela? Minha reputação vai pro espaço agora”. No dia seguinte, mesmo após a ressaca passar eu não conseguia tocá-la.  Na verdade eu tinha nojo dela.

 

Ontem um amigo veio em casa e a viu. O que temia e estava a quatro meses escondendo veio á tona: Ele achou aquela maldita latinha de Kaiser na geladeira lá de casa! (Vocês pensavam que seria o quê, hein?).

 

Aquela malfadada cerveja que trouxe da festa de fim de ano está a meses em casa sem que eu tivesse a coragem de tomá-la. Está geladíssima, no fundo, escondida atrás de um pote com doce de abóbora que já está quase se tornando o tema de uma pesquisa científica. A peguei, olhei bem pra lata e fui ver a data de validade: 06 de maio. Isso significa que pela primeira vez em toda minha vida corria o risco de uma cerveja vencer na minha geladeira. Apesar de que chamar a Kaiser de cerveja já é um sacrilégio.

 

Isso pegaria mal pra burro. Imagina se o caso vai parar no boteco que eu bebo? Eu entraria lá e já me olhariam e com certeza cochichariam: “Lá vem aquele cara que deixa cerveja vencer na geladeira!” Eu tenho uma reputação a zelar, mas tomar aquele mijo enlatado é praticamente impossível. Se não tive coragem naqueles dias quentes que passaram, imagina então se teria agora?

 

Depois de muito pensar finalmente tomei coragem de resolver esse problema, afinal homem que é homem encara os desafios e seus medos. Peguei a latinha, abri, e despejei tudo numa panela com alguns pedaços de frango. A cerveja desgraçada serviu para temperar meu almoço, só espero que depois de comer aquele “Frango ao molho de cerveja” eu não fique de ressaca.

 

Cheers

 

Hank

 


Som do dia: “Bad Reputation” da Joan Jett.




- Postado por: Hank às 13h10
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Runaway Boys

Li uma matéria muito engraçada sobre uma coisa que está crescendo com a tecnologia: O pessoal que mente que está falando ao celular para fugir de situações incômodas. Por exemplo, aquela vizinha insuportável está vindo na sua direção e você já pega o telefone e finge falar com alguém um assunto importantíssimo.

 

Eu mesmo já me utilizei várias vezes desse expediente, para evitar chatos e para conseguir algumas vantagens. É um bocado ridículo ficar falando “ham ham”, “certo...” “que horas é o enterro?” “vou ver se consigo sair mais cedo do trabalho para ir ao velório”. Lógico que seu chefe tá parado do seu lado e você não pode ser nada discreto, senão não funciona.

 

O celular além de tirar fotos, mandar e-mails, agora ajuda você á mentir, viramos Pinóquios com cobertura GSM, hehehehe. Esse lance pode ser extremamente útil pois imagine a cena: Um Hare-Krishina vem te vender incenso e você finge que está falando que descobriu como impedir o aquecimento global.

 

E se você está na fila do banco e aparece aquela “mala sem alça crente” que fica dando em cima de você? Pega o celular e fica 20 minutos falando da orgia que você foi na noite anterior, regada á bebidas e maconha jamaicana legítima.

 

Você tá numa festa chatíssima de bodas de ouro da sua sogra, louco pra dar no pé, aí repentinamente você recebe uma ligação de um amigo pedindo pra você ir correndo ao hospital doar sangue para o filho dele, já que você é a única pessoa que ele conhece que tem o tipo sanguíneo do garoto, O negativo. Duvido que sua sogra saiba que seu tipo é O positivo, que tem de porrada e que seu amigo nem tem filho sequer.

 

Só não pode dar a mancada de não desligar o celular na hora. Imagina você contanto a maior lorota pra escapar do trabalho mais cedo e toca o telefone bem na hora! Como você vai se explicar para o seu chefe? Aonde você vai por a cara? Pior que um mentiroso só um mentiroso mal sucedido. Maus mentirosos ganham gozações, bons mentirosos ganham eleições.

 

Cheers,

 

Hank

 


Som do dia: “Runaway Boys” do Stray Cats


Estive sumido esses dias graças á um pau desgraçado no meu micro, que levou quase 10 dias para ser razoavelmente consertado. Logo logo colocarei as visitas em dia.

Cheers




- Postado por: Hank às 22h38
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Meu perfil:

Sou Paulista, Paulistano e torço para o São Paulo F.C. Sou desbocado e politicamente incorreto e discuto e não respeito política, religião e futebol sem o menor pudor.

Cerveja e pizza é a base da minha existência.

Ouço basicamente Rock em vários estilos, mas curto um pouco de outros estilos musicais.

 

 

 

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