} // mmLoadMenus() Notas do Velho Safado - By Hank - Quinta "Rodada"


In the Cage

Algumas coisas eu pensei que nunca veria na minha vida: Casamento de anão, cabeça de bacalhau e o Maluf na cadeia. Claro que tenho certeza que ele não fica uma semana inteira lá, mas que pelo menos uma vez na vida termos a oportunidade de presenciar esse fato inusitado já é demais. Deviam pegar as gravações das câmeras de segurança e lançar em DVD.

 

Ele deu uma entrevista ontem falando de como é dura sua vida de detento. Parecia que ele tava falando como um coadjuvante do filme “Carandiru”. Que dó. O que ele mais reclamou foi da qualidade da comida, onde ele diz que não daria para o cachorro. Bom se é assim eu acho que um monte de gente gostaria de se candidatar á “cachorro do Maluf”.

 

O cachorro dele deve comer muito melhor que a maioria do pessoal que votou nele durante sua nefasta vida pública. Deve ter uma casinha superfaturada do tamanho de um apartamento do “Cingapura” e como o Maluf ta velho não precisa ficar brincando muito com ele. Ta aí um emprego bem tentador.

 

Eu o imagino no meio de uns caras bem “barra pesada” e ele berrando “Estupra mas não mata!” como ele chegou a dizer uma vez. Será que com o fiofó dele em jogo ele continuaria com essa idéia? Apesar de que não consigo imaginar como alguém pode ficar com o pau duro vendo o Maluf pelado de quatro. Argh!!!!! Visão do Inferno.

 

Prender o Maluf é como chutar cachorro morto. Ele está acabado e agora é fácil. Queria ver se teriam a mesma vontade contra o pessoal de Brasília que ta por aí, saindo no jornal todo dia. Os policiais que efetuaram a prisão deveriam estar segurando cartazes escrito: “Galvão filma eu”. Quanta vontade de aparecer na TV!

 

Na nossa classe política agora existe uma nova classe de estrelas: “O Bom Ladrão”. São corruptos e corruptores que roubaram e contribuíram para roubalheiras. Aí na hora que a corda estoura jogam merda no ventilador e começam a dedar todo mundo. Ontem o Clóvis Rossi na Folha analisou bem o caso: Seis partidos, que correspondem a 45% da bancada do congresso, gostariam de ter o cara que pagou propina para o Severino em suas fileiras, como candidato. Isso que eu chamo de formação de quadrilha. E o Jefferson só foi caçado porque a imprensa estava muito em cima. O doleiro que “dedou” o Maluf ta solto.

 

Eu acho que não tem cadeia pra todo mundo, por isso a polícia tem que escolher, ou prende os assaltantes ou os corruptos. Se fossem prender todo mundo acho que a gente ia ser obrigado a arrendar algum país na América do Sul, fazer dele um “Cadeião” e jogar todo mundo lá. A Argentina não serve, a classe política deles é exatamente igual a nossa, por isso existe tanta rixa. No Paraguai então......

 

Voltando ao “Salimgate”, o Maluf sempre foi uma espécie de “Darth Vader” da política nacional, um gênio do mal. A frase, “rouba mas faz” que os malufistas não se cansam de pronunciar me dá calafrios. O foda que já até estou vendo o discurso de “preso político injustiçado”. Pena que o seriado “Oz” acabou, pois nosso ex-prefeito bem que poderia fazer uma ponta, pois vamos concordar, em matéria de atuação ele dá de 10 em qualquer ator.

 

Cheers,

 

Hank

 


Som do dia: “In the Cage” do Genesis.


 



- Postado por: Hank às 09h55
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Where Have All the Cowboys Gone

Esse fim de semana eu fui desfrutar de um passeio sui generis, fui “caçar vacas”. Isso mesmo que você leu. Fui andar pela cidade ver as vacas do Cow Parade e achei muito legal. Pra quem não sabe é uma exposição de arte de rua que acontece em vários lugares do mundo. Vários artistas plásticos são selecionados para criar em cima de uns moldes de vacas no tamanho natural. Essas esculturas são espalhadas em diversos pontos da cidade, sob as calçadas. No final as vacas são leiloadas e o dinheiro arrecadado vai para uma instituição de caridade.

 

 O que é mais legal é a reação dos pedestres ao se depararem com as vacas no meio da calçada. Muita gente nem está ligada no que é a Cow Parade. Eles param sem entender muito, ficam admirando as esculturas, sorriem, tiram fotos do lado, dão palpites. Isso é fantástico. Do que tinha de gringo tirando fotos com as vaquinhas, era uma festa.

 

Penso que toda forma de arte que chega mais próximo ao público comum é válida, mesmo que pra isso tenha que ter o formato de uma vaca. Eu estava olhando uma dessas esculturas e um garoto, engraxate, pediu para que eu tirasse uma foto dele em cima da vaca. O garoto estava maravilhado com o troço. Eu concordei e em seguida umas garotas pediram para tirar uma foto minha tirando foto do garoto para um trabalho de sociologia da faculdade.

 

Quais as chances desse garoto entrar numa galeria para ver uma obra de arte? Nenhuma, já que ele com certeza seria barrado na porta pelos seguranças. Só que a escultura estando lá na rua, ele viu e curtiu. Acho que quanto mais eventos semelhantes existirem melhor. Tomara que no futuro outras cidades entrem no “circuito das vacas”.

 

Eu não gosto desse lance de arte enclausurada em galerias. Fica um troço tão elitista que às vezes o pedantismo já cria um preconceito. Nos museus as obras entram como um objeto de estudo, onde se disseca o período que foi feita, as influências do artista, o material utilizado, tudo muito tecnicamente estudado e acho tudo isso uma grande e enfadonha bosta. Arte é feita com emoções e sentimentos do seu criador e isso não dá pra simplesmente ser explicada com dados. Precisa ser sentida. É como um estatístico explicando a atuação do Robinho. O cara vai falar que ele passa a bola tantas vezes pela direita, tantas pela esquerda, chuta pegando o terceiro e quarto dedo do pé, alterando na trajetória da bola um ângulo de 33º. Tem coisa mais chata do que isso? O que é mais legal, ouvir uma explicação dessas ou ver o Rogério do Corinthians com uma cara de desespero quando o moleque fez aquele malabarismo em cima dele na final do campeonato?

 

Li uma matéria onde à atriz Regina Duarte estava apresentando um monólogo em escolas municipais e centros comunitários da periferia. Gente que nunca havia visto uma peça saia extasiada. Taí uma coisa simples de ser feita, com um custo ínfimo e que proporciona uma troca entre o artista e o público de uma forma bem direta.

 

Existem formas da cultura chegar ao povo. Tá certo que o nosso ministro prefere mostrar nossa cultura em Paris, afinal deve ser legal pacas poder pegar todos os “amiguinhos” e fazer uma média na Europa. Espero que no próximo governo coloquem uma pessoa capacitada no cargo e não um nome que dê Ibope. Taí no que deu.

 

Cheers,

 

Hank

 


Som do dia: “Where Have All the Cowboys Gone” da Paula Cole.




- Postado por: Hank às 19h08
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Rainbow

Era uma vez um bar no Jabaquara em São Paulo. Era o começo dos anos 80 e lá era o refúgio dos roqueiros paulistas. O que o Lira Paulistana era para a vanguarda de MPB paulista, o Rainbow era para as bandas de rock. Não tinha propaganda e marketing de lugares como o Radar Tan Tan ou o Madame Satã, mas era mais autêntico. Lá se formaram algumas bandas sensacionais. A maioria não vingou fora de lá, mas mesmo assim formaram uma base sólida de fãs, até os dias de hoje.

 

Bandas como Harppia, Cérbero, Salário Mínimo, Centúrias e o Vírus. Íamos lá todo fim de semana e fizemos amizade que dura até os dias de hoje. Mais de 20 anos depois os mesmos caras, se encontram regularmente e mantemos contato através da internet.

 

Ontem aconteceu uma coisa fantástica. O Vírus uma dessas bandas da época resolveu voltar a dar um show depois de 17 anos. Isso mexeu com todo mundo. O Vírus era “a banda da turma”. Todos os integrantes eram da moçada, o som era bom e os shows divertidíssimos. Por alguns problemas de gravadoras eles só conseguiram lançar duas faixas em uma coletânea, tiveram azar. Eu era “roadie” da banda, e já que os caras iam “tirar a ferrugem” eu fui requisitado para voltar ao meu velho posto também. E lá fui eu de novo. Notei que os meus joelhos não doíam tanto quando eu carregava o equipamento a 17 anos atrás.

 

O lugar que se apresentaram era o Blackmore, um bar na Moema bem legal. O lugar estava MUITO lotado. Revi gente que não tinha contato á séculos. Aquelas garotas que iam aos shows antigos levavam as filhas para ver “o que é show de verdade”. Os músicos levavam seus filhos, que só tinham ouvido falar da banda do pai por anos, mas nunca havia visto de perto. A quantidade de máquinas fotográficas era comparada com um desfile de moda. Muito engraçado.

 

O show foi ótimo. Apesar dos caras estarem um pouco nervosos no começo, tudo correu bem. Gente das bandas que tocavam na época vieram cumprimentar emocionados com o revival. Mais de uma pessoa veio me falar que aquilo parecia o Rainbow Bar. Vi algumas pessoas com os olhos cheios d’agua. Por alguns momentos fomos transportados para 1983. O som era o mesmo e o público também. Fazia tempo que não via tanta gente feliz. Foi ótimo para refazer contatos perdidos com o tempo.

 

Não sei se a banda vai fazer outros shows, existem muitas dificuldades, mas foi ótimo estar junto de todo esse povo. Algumas pessoas que estavam lá nem considero como amigos, mas como verdadeiros irmãos, afinal você não anda 25 anos com alguém que não gosta. Estou com meu ouvido zunindo, cansado por chegar 6 da manhã da balada, de ressaca, mas ainda assim feliz por ter tido a oportunidade de participar dessa festa.

 

Cheers

 

Hank

 


Som do dia: “Rainbow” banda do ex-Deep Purple, Ritchie Blackmore. Percebam a coincidências entre o nome dos dois bares.




- Postado por: Hank às 18h55
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Victim of Changes

Tenho certeza que um monte de gente vai discordar de mim, mas não escrevo nunca pensando em agradar quem quer que seja. Eu acho um absurdo o lance de descontos por causa da tão falada “Carteirinha de Estudante”, penso que isso é um atraso de vida, uma fonte de corrupção e um completo desvio da finalidade.

 

Graças a essa porcaria de carteirinha, qualquer show que custaria R$ 50,00, que seria um preço aceitável, custa R$ 100,00 para o cara normal, que não está na escola e se fode pra pagar as suas contas. Quando uma produtora fecha um show internacional o cachê é pago integralmente, os caras não querem receber “metade do ingresso” por causa dos estudantes, então o preço é dobrado para compensar a perda. Fico indignado com isso.

 

Qual o ganho cultural para um estudante assistir São Paulo e Corinthians? A carteirinha não serve para o estudante ter acesso facilitado a cultura? Ficar duas horas sentado no meio de hollingans da Independente ou da Gaviões, o máximo que ele vai aprender é como depredar, ofender e agredir as minorias. Pagar meia entrada para assistir “Freddy X Jason” também acho que não vá acrescentar muita coisa na formação acadêmica da pessoa.

 

É engraçado, para se ver um show de Heavy-Metal ou um jogo de futebol estudante tem desconto, para livros não tem. Ué, livro não é cultura? Porquê os livros aqui são tão caros? E os livros didáticos então? Isso é de uma hipocrisia absurda.

 

E sem contar que essa carteirinha é uma fonte de corrupção absurda. Conheço pessoas que tem e tiveram carteirinhas sem estudarem em lugar algum. É só “molhar a mão” da pessoa certa que você arruma uma. Por princípios me recuso a subornar um filho da puta. Não sou político, não gosto dessas coisas.

 

Essa carteirinha foi criada exatamente por políticos corruptos que queriam apoio das entidades estudantis, que são um bando de picaretas, para suas eleições. O retrato disso está aí em Brasília pra todo mundo ver.

 

Eu acho que TODOS deveriam ter direito a pagar um preço justo pelas coisas, não pode ser restrito a uma única camada da sociedade. A carteirinha poderia ser usada para coisas melhores ao invés de ser usada para um show de Rap ou eventos esportivos.

 

 

Graças a isso eventos culturais ficam cada vez mais restritos a apenas uma camada da sociedade. Deve ser por isso que o Ministério da Cultura acha mais importante fazer “O ano do Brasil na França”, bem longe daqui, enquanto corta a verba destinada a eventos culturais repassados as prefeituras. Parabéns ministro Gilberto Gil, o senhor faz jus a esse governo.

 

Cheers,

 

Hank

 


Som do dia: “Victim of Changes” do Judas Priest. Show que gostaria muito de ir, mas graças a bosta da carteirinha de estudante me recuso a pagar R$ 120,00 por um ingresso.




- Postado por: Hank às 08h24
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New Orleans

Estava lendo sobre a situação de New Orleans. Essa era talvez a cidade mais musical dos EUA. Tinha o carnaval, foi o berço do Jazz e do blues, tinha a Bourbon Street, uma rua lendária, onde a cultura negra americana teve seu expoente máximo. De Robert Johnson a B.B. King, de Charlie Parker a Miles Davies, todos tiveram grandes momentos em New Orleans. A perda de algo assim pra mim é muito pior que dois prédios feiosos no meio de Manhattan. E como a maioria da população é negra então nem o próprio governo está muito interessado em ajudá-los. Simplesmente nojento.

 

Uma coisa que achei legal é que na Bourbon Street tem um bar que é uma espécie de “Fecha Nunca”. Um bom bebedor sabe do que estou falando, é aquele bar que você pode ir qualquer hora do dia ou da noite que está aberto. Todo lugar tem um desse jeito. Então, o tal bar se recusou a fechar. Continua aberto, reduziu o preço das cervejas, arrumou gelo sabe-se lá de onde, já que a cidade não tem energia elétrica e tem atendido seus clientes normalmente.

 

O bar é um símbolo de resistência. Lá dentro seus clientes sentem um pingo de normalidade. Sentem que ainda existe uma vida fora da catástrofe. Acho que mais que uma igreja, um bar pode dar aquela sensação de que as coisas vão melhorar. Talvez porque muita gente já usa o bar para chorar suas mágoas, comemorar um momento alegre ou simplesmente para relaxar. Um bom barman tem algo de psicólogo, sendo até mais competentes que alguns.

 

O tipo de bar que eu gosto de ir é aquele onde você conhece o dono do bar, a mulher dele, o garçom, os fregueses. É praticamente uma extensão de casa. É um lugar onde você se sente à vontade. Um lugar onde aparece um sujeito que você nunca viu e começa a contar sobre a mulher que o deixou, o trabalho que fez, o tempo ou sobre a defesa do Palmeiras. Eu sou perito em encontrar esses tipos. Nesse domingo estava em um boteco distante, tomando cerveja sozinho e na metade da garrafa já tinha um senhor contando tudo sobre o fim de semana dele, dos vizinhos, etc. Cara simpático.

 

Quanto mais eu envelheço mais gosto de bares. Não de “barzinhos” diga-se de passagem. Quando vou a um bar eu vou pra beber e falar com os amigos. Odeio esses lugares que servem “refrescos”, “energéticos” , drinks com um guarda-chuvinha cor de rosa. Onde o garçom fica querendo que você vá embora rápido para desocupar a mesa para outros. Um lugar que as pessoas colocam uma música insuportavelmente alta onde você não escuta que sua namorada quer dizer.

 

Eu gostaria de erguer um brinde a esse boteco solitário do outro lado do mundo. Fico imaginando as histórias que estão sendo contadas. O que esse barman deve estar ouvindo. Tenho certeza que ele está fazendo mais por elas do que um governo “Wasp” (White Anglo Saxon Protestant), que não se importa com esse povo. Até parece o presidente de um certo país que conheço.

 

Cheers

 

Hank

 


Som do dia: “New Orleans” do Ian Gillan Band.Grande banda do vocalista do  Deep Purple.




- Postado por: Hank às 12h32
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Love Hungry Man

Suazilândia é um pequeno país africano próximo á África do Sul. Seu monarca o rei Mswati 3º resolveu então encontrar uma noiva. Coisa normal para seus 37 anos. Fez o seguinte: pegou 50 mil virgens, deu uma festa no estádio real e as candidatas desfilavam de mini-saia e topless, para seu deleite. Assim, ele achou uma forma de achar a sua nova companheira que se uniria as outras doze esposas.

 

Algumas perguntas ficaram sem resposta: primeiro, como ele arrumou 50 mil virgens? Achava que virgem era um ser da mitologia, como o minotauro. Se ele falasse que reuniu 50 mil sacis não chamaria tanta atenção. E que beleza, ficam “regulando” para os namorados por anos, aí aparece o rei fanfarrão e já vão subindo em um palco semi-nuas como toda boa vagabunda. Isso que é exemplo de castidade há, há, há.

 

Segundo: porque essa obsessão por virgens? Virgens nem trepam direito. A primeira trepada sempre é meia-boca. Duvido que alguém fale que a primeira transa foi a melhor foda da vida. O negócio fica bem melhor com o tempo.

 

Outra coisa, o cara tem mais doze mulheres. Como ele arruma saco pra isso? Imaginemos que cada uma fique três dias por mês de TPM. Façam as contas e sintam o prejuízo. Com certeza, mais de uma por dia. Imagine o que o cara deve gastar de Modess no supermercado. Ele tem que ter um salário de rei mesmo. E para lembrar datas? Vocês sabem como mulheres são chatas com esse tipo de coisa, tem que saber de cor a data do aniversário, namoro, primeiro encontro, primeira vez que abriu uma lata de molho de tomate, etc. Multiplique isso por treze...

 

Imagine o esforço que esse cara deve fazer pra não trocar o nome das mulheres na cama. E se o rei se chama Mswati imagine que nomes lindos devem ter suas consortes. Se cada uma delas der um apelidinho carinhoso exclusivo vai ser um tal de “meu Msatizinho” pra cá e pra lá. E se o cara tem 13 mulheres e transar com uma por dia, cada mulher só dará uma bimbada a cada 14 dias. Com esse “comparecimento” a chance que elas apelem para os leiteiros, encanadores e bombeiros do palácio é bem grande, os populares “Big Richards”. O rei deve ser reconhecido não só pela sua coroa como também pela sua “galhada”, que deve ser equivalente aos impalas da região.

 

E o pior de tudo: o cara tem 13 sogras. Se uma já é de lascar imagine no Natal, com as 13 reunidas pra falar mal do rei. Ele tem que ser melhor que aquele cara do Animal Planet que viaja o mundo todo caçando cobras. E cunhados que pedem dinheiro emprestado e roubam sua cerveja na geladeira? Sogros que ficam secando seu time de futebol. O cara pode não ser o Rei do ano, o marido do ano, mas como maluco do ano ta garantido.

 

Cheers,

 

Hank

 

 


Som do dia: “Love Hungry Man” do AC/DC.




- Postado por: Hank às 17h28
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Meu perfil:

Sou Paulista, Paulistano e torço para o São Paulo F.C. Sou desbocado e politicamente incorreto e discuto e não respeito política, religião e futebol sem o menor pudor.

Cerveja e pizza é a base da minha existência.

Ouço basicamente Rock em vários estilos, mas curto um pouco de outros estilos musicais.

 

 

 

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